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Sumário
ToggleAtualização no Currículo Lattes: pessoas com deficiência podem ser identificadas
Introdução
Primeiramente, falar sobre atualização no currículo Lattes é falar sobre avanços importantes na vida acadêmica.
Além disso, cada nova funcionalidade revela mudanças que impactam diretamente pesquisadores, estudantes e instituições.
Nesse sentido, uma atualização recente merece atenção especial.
Agora, o Currículo Lattes permite que o pesquisador identifique se é uma pessoa com deficiência.
Com isso, o sistema avança na promoção da inclusão, da equidade e da visibilidade acadêmica.
Como pesquisadora e orientadora, eu vejo essa mudança como necessária e muito significativa.
O que mudou no Currículo Lattes
Antes de tudo, o Lattes sempre foi um retrato da trajetória acadêmica.
Porém, durante muito tempo, esse retrato não contemplava a diversidade dos sujeitos que fazem ciência.
Agora, com essa atualização, a pessoa pode informar se possui alguma deficiência.
Além disso, o sistema permite identificar diferentes tipos, como deficiência física, deficiência mental ou intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e múltiplas deficiências.

Dessa forma, o currículo passa a refletir não apenas títulos e produções, mas também contextos e vivências.
Por que essa atualização é tão importante?
Inicialmente, é fundamental lembrar que ciência também é feita de pessoas.
Consequentemente, reconhecer essas pessoas é reconhecer suas trajetórias.
Além disso, essa informação contribui para políticas institucionais mais justas.
Por exemplo, editais, ações afirmativas e análises de dados passam a considerar a diversidade acadêmica.
Assim, o currículo deixa de ser apenas um documento técnico e se torna também um instrumento de inclusão.
Relação com o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Nesse contexto, essa atualização ganha ainda mais força quando lembramos que o dia 3 de dezembro é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
Por isso, a mudança no Lattes dialoga diretamente com a luta histórica por direitos, acessibilidade e igualdade de oportunidades.
Além disso, ela reforça que a academia precisa ser um espaço plural, acessível e acolhedor.
Dessa maneira, o reconhecimento institucional se alinha às pautas sociais e educacionais contemporâneas.
Como preencher essa informação?
Antes de mais nada, é importante destacar que o preenchimento deve ser feito com consciência e responsabilidade.
Ou seja, a informação deve refletir a realidade do pesquisador.
Além disso, o objetivo não é rotular, mas garantir visibilidade e equidade.
Por isso, eu sempre recomendo atenção ao preencher qualquer campo do Currículo Lattes.
Afinal, ele é um documento oficial da trajetória acadêmica.
Assista ao vídeo abaixo contendo o passo a passo:
Inclusão e outros avanços no Currículo Lattes
Além dessa atualização, o Lattes tem avançado em outras frentes importantes.
Por exemplo, a possibilidade de registrar licença-maternidade representa um grande passo na valorização da trajetória acadêmica das mulheres.
Nesse sentido, eu já expliquei esse tema em vídeo no canal Ciência em Suma.
Assim, percebo que, aos poucos, o currículo se torna mais humano e representativo.
Conclusão
Por fim, essa atualização no Currículo Lattes mostra que a ciência brasileira está em movimento.
Além disso, ela sinaliza um compromisso com inclusão, diversidade e justiça acadêmica.
Como pesquisadora, professora e orientadora, eu incentivo você a conhecer essas mudanças e manter seu currículo sempre atualizado.
Portanto, acompanhe as novidades, reflita sobre sua trajetória e use o Lattes como um aliado da sua carreira.
Se você quiser aprender mais sobre currículo Lattes, vida acadêmica e políticas de inclusão, te convido a conhecer o meu canal no YouTube Ciência em Suma.
Lá, eu explico tudo de forma simples, direta e com muito carinho pela ciência.
Beijinhos científicos e até o próximo conteúdo!